quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Projeto Inverno Fluminense 2017

Há um ano, eu resolvi voltar a tricotar. Tínhamos uma viagem marcada e esta foi a desculpa para eu me envolver com lãs e agulhas em pleno verão carioca (falei disso aqui). Fiz gorros para mim, Mamãe e Maridôncio (tem fotos nesta postagem).
Daí, que gostei da brincadeira e não parei mais. Ganhei novelos de lãs da sogra e de amigos, agulhas e acessórios da Mamãe e torcida de todos. E tricotei alguns gorros para doação. Chamei este trabalho de "Projeto Inverno Fluminense".

meu Projeto Inverno Fluminense

Alguns gorros foram para um grupo de São Paulo, que viajou em missão para ajudar crianças na Namíbia. Parece que lá faz muito frio, sabia? Eu nem imaginava!
gorros para o projeto Tricotando Amor para a Namíbia

Um lote foi para Niterói. Uma amiga faz parte de um grupo (Casa de Adonai Niterói) que, entre outras coisas, dá assistência a moradores de rua idosos e ela me ajudou se dispondo a receber e distribuir os gorrinhos.
lote para a Casa de Adonai, em Niterói. 

Outra parte foi para o Centro Geriátrico Manancial (site deles), no Rio. O pessoal do Centro foi muito querido, fácil de contatar e de combinar a doação. Obrigada, Grupo de Cárita da Prefeitura do Rio de Janeiro pela indicação! (para saber mais sobre o trabalho do Grupo de Cárita da Prefeitura, clica aqui)

gorros para o Centro Geriátrico Manancial

Ainda tricotei gorros para amigos e parentes que vivem em lugares frios ou que iam viajar para o inverno. E assim, acabou o ano e as lãs do cesto. E eu senti uma alegria e satisfação por ver meus gorros espalhados por aí, rodeados de amor e carinho!

E qual a minha surpresa ao perceber, nos primeiros dias de 2018, que o cesto de lãs está cheio novamente!! Não sei exatamente como isso aconteceu... Mas não gosto de ignorar os sinais quando eles se escancaram na minha cara. Então, retomei as agulhas e sigo tricotando. Que venha o Projeto Inverno Fluminense 2018!!! (^_^)





sábado, 15 de abril de 2017

Meu projeto de inverno: para doar

Estou com um novo vício: tricotar gorros. Depois que redescobri o tricô e ganhei um monte de novelos de lã da sogra (contei aqui, lembram?), não parei mais. É muito bom ficar no sofá, junto do Maridôncio, curtindo maratonas de séries. Além disso, como já disse aqui, o gorro não esquenta o colo, então fica bem viável tricotar no Rio de Janeiro, hehehe. E mais: é rápido de fazer e portátil, consigo carregar na bolsa pra tricotar em qualquer lugar!
enquanto faço hora pro compromisso, junto com um café.
Já teve até gorro querendo se tornar "capa de vaso". Este virou gorro mesmo, estava predestinado. Mas teve um gostinho do improviso...

Eu fico na ansiedade de terminar logo, de testar novos pontos, novos jeitos de fazer, de ver como vai ficar. Provo na minha cabeça o tempo todo e Maridôncio fica rindo de mim. 

- Mas pra que você está fazendo tanto gorro? 
Ah, vocês não sabem? É pro meu projeto de inverno: vou doar para senhores e senhoras que já viveram muitas aventuras e hoje estão em asilos fluminenses. Ainda não sei para qual instituição será ou como farei isso. Por enquanto, o foco é produzir gorros para aquecer as cabecinhas com tantas memórias e experiências de vida. 
os gorros prontos até agora.
E bora tricotar, porque o cesto ainda tá cheio de novelos! (^_^)


terça-feira, 4 de abril de 2017

Trogloditas


Como disse na postagem anterior, tivemos uma viagem no mês passado, para usar os gorros tricotados. A pilota-da-máquina-de-costura aqui foi passear por terras argentinas e chilenas, passando por paisagens escandalosamente incríveis. Cansamos o corpo e descansamos a mente. (^_^)
Como fomos para território vizinho, hablantes de um idioma parecido com o nosso, achei que seria tranquila a comunicação. Hahaha, ledo engano!!! Mas foi bem divertido!
Estávamos em um grupo de mais de dez pessoas (quase uma excursão!) e nos descobrimos "trogloditas". Brincamos com esta palavra a viagem toda, pois nos entitulamos uma nova vertente de poliglotas, com um diferencial em relação aos poliglotas comuns! Hahahaha.
Posso dizer por mim que gastei o meu portunhol macarrônico lindamente! E tivemos histórias engraçadas, que, claro, vou tentar contar aqui pra vocês! hehe.
    
                          ***

Num restaurante argentino, não turístico, naquela confusão de fechamento de conta do almoço de um grupão em outro idioma, alguém grita pro garçom:
- Sorry, jô manjei fran-go! (no melhor sotaque ítalo-espanish)
Todos pararam de falar. Se entreolharam e olharam para a dona da voz, que já estava às gargalhadas.

                         ***
Durante um passeio nas Ruínas de San Ignácio Míni, debaixo de um sol de meio-dia, à beira de uma desidratação (drama queen mode on!), o guia para à sombra de uma árvore, para explicar sobre o lugar. Uma das visitantes, ao se acomodar:
- Ah!!! Estou moryndo de tanto calor!

                         ***
Ao pedir um copo a mais, para dividir a bebida:
- Por favore, un copitcho!

                         ***
Na hora do lanche. 
- Querem um polenguito?
***
- Vou acabar pedindo uma cueca-cuela.


                         ***
Minha mãe, no jantar, vendo que todos pediram cerveja, levantou-se e foi até o garçom, muito decidida:
- Eu-que-ro-su-co. SU-CO!
E, diante da expressão atônita do hómi, sem lhe dar tempo para reação, começou a gesticular, apontando para si e simulando a ação de se servir um copo e beber. 
- SU-CO!
Foi quando alguém da mesa percebeu a cena e, entre risos, saiu um "rugo!!". Assim, el hombre acompanhou la mamy até a geladeira e ela voltou toda faceira com a lata de su-co na mão.

                         ***
                        *****
Brincadeiras à parte, a Gettel deu a dica valiosa (http://gheteltriptips.blogspot.com.br/2017/02/dica-de-hoje-todays-tip.html) de que, para qualquer lugar que se vá, é sempre bom e educado aprender as "palavras mágicas", que abrem qualquer porta. 
Eu complemento dizendo que 'por favor' e 'obrigado', sempre com um sorriso no rosto (fundamental!!), abrem portas e janelas; e fazem com que a gente seja atendido e entendido, mesmo não falando o idioma local. Testo esta teoria sempre nas viagens e, até agora, nunca falhou!  (^_^)

terça-feira, 28 de março de 2017

Gorros

Há anos eu não tricotava. Como fazê-lo em terras cariocas? Como, neste calor senegalês? Não, não há jeito. Foi o que eu pensei por todos estes anos.
Até que, vendo algumas talentosas (Katia Linden, Ateliê Basile, Cecília Fonseca, Jane Pavoski...) tricotando a mil, comecei a ficar com vontadinha de reviver os pontos na agulha.
Não posso dizer que eu era uma super-tricoteira, mas sempre rolava uns cachecóis para as mulheres de casa usarem no inverno curitibano. Ah, já fiz dois suéteres para mim também. Um deles ainda guardo como lembrança afetiva lá no fundo do armário, já que não há oportunidades de usá-lo por aqui, hehehe.

Pois bem, fiquei com vontade de tricotar em pleno janeiro. Loucura? Siiiimm!!!! Usei a viagem marcada como desculpa e resolvi fazer um gorro pra mim. Maridôncio logo se manifestou:
- Eu quero o meu bem comprido para cobrir azoreia!!!
Uia! Mal tinha decidido tricotar e já tinha encomenda!! \*o*/
Procurei uma agulha circular, para que fosse mais compacta e prática para trabalhar. Não foi uma tarefa tão fácil no Rio de Janeiro de janeiro. Após assistir a alguns tutoriais sobre como usar a tal agulha circular (no google tem vários, ótimos!), liguei meu ar condicionado bem forte e comecei o meu gorrinho. Depois de tanto tempo, ainda sabia tricotar!!! Tá certo que demorei uma tarde toda para colocar os pontos na agulha (abafa!), mas depois disso, a coisa fluiu, hehehe. 

única forma de tricotar neste Rídijanêro, em janeiro
Sabem, adorei fazer um gorro, pois não se 'acumula' no colo e, portanto, não esquenta muito. Com a agulha circular, vou tricotando um "tubo" e, assim, não preciso costurá-lo; ele já sai "pronto"! Não é incrível? 

Bem, aí, quis fazer um pompom. Outro desafio de habilidades do passado. Até Maridôncio deu pitacos, fuçando a memória da época de criança (e quem disse que menino não sabe manualidades?). E eis que tivemos um pompom!!!

El pompom!

O resultado da sandice de verão carioca foi esta: gorros para mim, Marido e Mamãe, usados no Valle de La Luna, em San Pedro de Atacama!!!! \(^___^)/

E gostei tanto disso, que decidi fazer uns gorrros para o inverno de senhores e senhorinhas que viveram muitas aventuras e hoje estão em asilos fluminenses. 
Aí, a Sogra fuçou o baú de lãs dela e me deu uma sacolada para começar meu projeto de inverno (ainda no verão...)!!! A Mamãe também contribuiu, com mais agulhas de tricô! E olha que já temos uns gorritchos prontos:

Será um outono muito prazeroso pra mim! E espero alegrar (e esquentar) algumas cabecinhas no inverno! ;-)

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Conto de Natal

Hoje eu ouvi uma teoria (fantástica) que tenta explicar a existência do Papai Noel:
Um homem comum (e não aquele velhinho gordo com gorro e botas que não suportaria este calor senegalês), anda pelo mundo observando o cotidiano, absorvendo a boa-vontade das pessoas em cada pequeno gesto e, na noite do dia 24 de dezembro, lança toda esta boa-vontade humana na atmosfera para que atinja cada ser que existe na Terra. 

E, no fim do dia, ao fazer uma paradinha estratégica para uma cervejinha-com-pastel para refrescar as ideias, observei um táxi parando em fila dupla na frente de um prédio. O motorista saiu com um laptop nas mãos. 
- Olha, parece que ele voltou para devolver o computador! 
Ele ficou uns minutos em pé, no meio da rua, aguardando, sem se distanciar muito do carro. 
- Sorte que ele deve ter percebido logo e conseguiu voltar, né?
Logo apareceu um homem correndo. Pegou o computador, abraçou o taxista e deu-lhe um beijo. Parecia emocionado.
- Até mereceu um beijo! 
- Ele bem podia ter seguido a vida, não ia fazer nenhuma diferença para ele. Mas pra quem esqueceu no carro, deve ter a vida desta pessoa ali. 
- É, este mundo tem esperança! Ainda tem gente boa aqui, né?
Meus olhos encheram de lágrimas. Me virei e disse:
- Olha, até me emocionei!
Plap! Plap! Plap! - era o barulho das palmas do outro lado da mesa, com as mãos para o alto, olhando bem na cara do taxista que entrava no carro. Com a cara pra fora do vidro, ainda parado, ele sorriu, satisfeito com o reconhecimento.
- Eu só fico com o que é meu!
Passou por nós e deu uma buzinadinha, como que se despedindo de um amigo. 

Hoje, dia 27 de dezembro, a loucura das compras natalinas e a ansiedade da Ceia já passaram. E eu lhes desejo um FELIZ NATAL!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A Baca

A Menininha folheava um livro com muitos animais enquanto os adultos conversavam.
- Gato! Catchiolo! Baca!
Uma das tias interveio, gentilmente:
- Olha, Menininha, este não é uma vaca, é um alce!
A Menininha a olhou e repetiu:
- Alshe!
E continuou a folhear o livro:
- Piu-piu! Poico! Cabalo!
E voltou ao começo.
- Gato! Catchiolo! Baca!
Outra tia lhe diz:
- Lembra que este não é vaca? É um alce!
Ela a olha e repete:
- Alshe!
- Piu-piu! Poico! Cabalo!
E a cena se repetiu mais algumas vezes. Exatamente assim.

Eis que chega a Amiguinha e a Menininha mostra o livro:
- Gato! Catchiolo! Baca!
Mais uma vez, alguma tia a corrigiu. As duas a olharam e repetiram:
- Alshe!
E a Menininha olhou para a Amiguinha e confidenciou:
- É baca mesmo!

* FIM * 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Invasão Rosa

Em agosto, tivemos uma festa especial da bailarina. E, como toda bailarina que se preze tem que rodar com o tutu cor-de-rosa, rolou uma invasão fofa no ateliê: foram seis saias para a aniversariante e suas amiguinhas.
Estudei alguns tutoriais e acabou saindo uma mistura do modo de fazer da Ana Sinhana e do Blog da Mamãe by Kidy. Fiz com nozinhos, intercalando tiras de tule rosa e de tule branco, o que deixou bem gracioso. Na parte de trás, deixei o elástico com nó simples (não costurei) e a fita rosa com laço, de modo que ficasse fácil para desamarrar e apertar o quanto for necessário. A parte de passar a fita foi meio chatinha, mas adorei o efeito do laço atrás!




Foi uma festa no atelier! A invasão de tutus deixou tudo mais alegre por aqui!!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Cara de cogumelo

Dia desses, um amigo disse que comprou uns shiitakes frescos lindões:
- Harumi, você vai saber como me dizer para prepará-los de uma forma bem gostosa e especial!
Se eu tenho cara de cogumelo, de glutona ou de grande cozinheira, não sei. Mas que eu tenho uma receita fácil, delícia e que faz bonito, isso eu tenho!!! ;-p

Eu aprendi esta receita com o meu primo, que é chef e dono do Quadra Contemporânea, restaurante delícia em Palmas, que super-recomendo. Como não anotei direito na hora, não lembrava dos detalhes, mas deu certo! Fizemos assim:


Lavei dois shiitakes frescos de bom tamanho, tirei o talo com uma faquinha pontuda (dessas de frutas) e coloquei o chapéu (do cogumelo) em uma forma, com a parte lisa para baixo (como se fosse uma cumbuquinha).
Liguei o forno em 180º para pré-aquecer.
Maridôncio picou o talo e refogou com um pouco de manteiga (acho que pode ser em azeite, pros intolerantes a lactose). Achamos que estava meio 'ralo' e acrescentamos umas ervilhas congeladas. Temperamos com sal. É bem rapidinho.
Colocamos, com cuidado e com a ajuda de uma colher, este refogado na 'cumbuquinha' de cogumelo. Salpicamos um pouco de queijo ralado e colocamos no forno por 20 minutos.


Enquanto espera, dá pra preparar uns bons drinks. Ou abrir um vinho. Ou servir uma bela cervejinha. Ah, você vai dizer, mas hoje é terça! E daí? E tem dia certo para se curtir a vida?

Shiitake lindão, acompanhado de carne em tiras com moyashi e paçoca de carne (lá do norte). Ah, e um bom vinho, claro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Domingo

O atendente do boteco, colhendo o parecer da comida...
- E aí, como é que tá, pessoal?
- (com a boca cheia) Tá bom! Muito bom!
- Sempre, né?

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Chegando no final da tarde na cidadezinha no meio do interior "do" Goiás. Tudo fechado, tudo deserto. No posto, único lugar com (pouca) gente.
- Tá tudo fechado hoje?
- É domingo, né? Uma preguiiiça...

sábado, 16 de julho de 2016

gordinha e fofinha, para se comemorar!

Final de semana merece um café gostoso, com um toque de 'dia de folga', não acham? Pois que hoje, nos animamos a fazer estas panquequinhas. Eu sempre faço esta de maçã (apareceu aqui também), que é sucesso absoluto por onde passa (e fácil, claro), mas hoje estava com vontade daquela panqueca gordinha e fofinha, bem no estilo americana, sabem? Daí, que me lembrei desta receita (daqui) guardada há tempos e que estava à espera da vontade de ir pra cozinha. E sabe qual a surpresa? É tão rápida, fácil e nem suja a louça, que nem precisa de muita inspiração pra cozinhar, só vontade de comer algo gostoso mesmo! 

Eu modifiquei um pouco a receita e fiz assim:

Panquecas americanas

 1 e 1/2 xícara de farinha de trigo (usei 1/2 xícara de integral) 
3/4 de xícara de leite (usei desnatado)
1 colher de sopa de manteiga derretida
1 ovo
2 colheres de sopa de açúcar (usei demerara)
1/2 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal
Noz moscada ralada na hora a gosto (não coloquei)

Misture muito bem todos os ingredientes em uma tigela. Fica uma massa bem densa. 
Aqueça uma frigideira antiaderente no fogo baixo e unte levemente. Só untei na primeira vez.
 Despeje porções de massa às colheradas e passe as costas da colher para espalhar a massa na frigideira, para que não fique muito alta. Quando subir umas bolhinhas, vire e doure do outro lado.
Sirva com mel e/ou geleia.

E olha como foi o café-da-manhã por aqui, com a geleia de framboesa de Campos do Jordão que a amiga trouxe.
Olha, ainda dá tempo de fazer neste final de semana, hein? Se não der, faz durante a semana mesmo, ué!
Uma vez, a minha cunhada me disse: "A gente tem que se comemorar, né? Às vezes, esquecemos." Era sobre aniversários, mas eu sempre penso na frase sábia da comadre e complemento: "A gente tem que se comemorar a toda e qualquer hora!!!" 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

cômoda de gavetinhas

   Era uma vez, uma cômoda azul-claro, cor do céu, que estava largada na varanda da casa da Vó. Na visita à Vovozinha, os olhinhos da Menina brilharam, ao passar pelo portão e avistar aquela belezura. Olhou para o Neto. Imediatamente, mesmo sem pronunciar uma palavra, ele entendeu:
   - Quer levar pra casa?
   - Podemos?
   Aproximaram-se do móvel, com algumas gavetas faltando, cheio de poeira e teias de aranha. Ele estava caidinho, mas tinha potencial!!
  Entraram na casa e o Neto perguntou se o gaveteiro tinha dono. Era uma reunião de família e as tias estavam reunidas tomando chimarrão.
   - O Primo disse que queria, mas ele não quer mais.
   - Então é nosso! - disse o Neto, saindo da casa, puxando a Menina pela mão.
   - Vamos! Me ajude! Vamos colocá-lo A G O R A no carro, antes que mudem de ideia!!
  E assim, a cômoda de gavetinhas foi para a casa da Mãe, que se empenhou para achar alguém que pudesse tratar o móvel, lixando, limpando e pintando. Missão cumprida, agora faltava a etapa de transporte para a casa do Neto, a quase mil quilômetros dali. Depois de alguns meses, a cômoda foi para a sua nova cidade, mas teve que esperar mais algum tempo para a mudança de casa, antes de se livrar do plástico-bolha. Encontrar puxadores à altura da belezura também não foi uma tarefa fácil.
   Puxadores novos, finalmente, ela assumiu o seu lugar no escritório, toda faceira, abrigando as tranqueiras do Neto de um lado e as da Menina no outro.

    Mas as caixas da mudança ainda ficaram um bom tempo em desordem e ela estava sendo engolida no empilhamento do escritório. Ah, mas pra quem tem paciência e perseverança, a vitória é certa! E eis que o layout do escritório-ateliê foi repensado e ela ganhou o merecido destaque:

sábado, 10 de outubro de 2015

Dia do Bolo de Cenoura

Hoje foi o tradicional dia do bolo de cenoura aqui em casa!!! \*Ü*/
É o bolo preferido do Maridôncio! Ainda bem que é bem fácil de fazer! (e ainda entrou do meu Projeto 100 Happy Days!)


Bolo de Cenoura
3 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar (coloquei 1 1/2 xícara)
1 colher de sopa de fermento em pó
3 cenouras
4 ovos
1 xícara de óleo (coloquei o de girassol)

Ligue o forno em 180º para pré-aquecer.
Em uma tigela, misture a farinha, açúcar e fermento. Reserve.
Bata no liquidificador as cenouras, os ovos e o óleo. (eu uso a sujeirinha da xícara de óleo para untar a forma). Misture com os ingredientes secos. 
Unte e enfarinhe uma forma e asse em 180º, por, mais ou menos, 40 minutos ou até espetar um palito no meio do bolo e ele sair limpo. 

Cobertura
5 colheres de sopa de manteiga
5 colheres de sopa de chocolate em pó
5 colheres de sopa de açúcar
5 colheres de sopa de leite
Leve ao fogo baixo e  deixe ferver até engrossar um pouco. Despeje sobre o bolo assado (se quiser, faça uns furinhos com palito no bolo antes de jogar a cobertura.)

Bom apetite!!!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

mais dias felizes!

Oi, gentes!
Mais uma leva de dez dias felizes!!!! Já dá pra perceber que a minha vida (e felicidade) giram em torno de alguns temas, como a Cidade Maravilhosa (que é maravilhosa mesmo, apesar de tudo) e comida (nhammy)! E os bebês fofos que me cercam! Ah, e quem precisa mais desta vida??

#dia 21: óinn, coração derretido!!!
quando a cliente aprova o produto!
#dia 22 e #dia 28: mais do mesmo. tô com a impressão que teremos muitas variações sobre o mesmo tema neste projeto. preciso justificar? ;-p
fim de tarde!
skyline.

#dia 23: música sempre me move! ainda mais com uma causa nobre! o vídeo está aqui.

começando a boa semana com boa música!

#dia 24: sardinha frita, mais cervejinha, na varanda, com companhias mais-que-perfeitas. Pra que mais?
sardinha frita! porque hoje é sexta! :-D

#dia 25: festinha com os bebês mais fofos da cidade (de novo!)
aniver da borboletinha!

#dia 26: almoço de domingo, com comfort food japa.
karê-laisu, feito pela mamãe!

#dia 27: semana começando com flores, colorido delícia e bem doce!
florezinhas de jujuba!!!

#dia 29: quando a amiga dá uma receita fácil e rápida, saudável, a gente fica feliz e compartilha com postagem no blog: aqui ó.
lasanha! delicinha e saudável!
#dia 30: num dia, comidinha mais saudável, outro, pé-na-jaca total! e assim a vida segue, feliz! (^_^)
dieta na segunda? oi?

*mais sobre o meu projeto 100 Happy Days, só clicar na tag 100happydays.
*tem um site que fala do desafio: 100 Happy Days ; e o facebook deles.



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

lasanha!!!

Ontem, logo que cheguei em casa, cansadona, minha mãe me ligou. Fofocamos e eu disse que faria uma lasanha de berinjela pra janta.
- Nossa, Harumitian*, que bom que você é bem disposta pra cozinhar isso a esta hora!
- Que nada! É bem facinho e rápido!

E lá fui eu pra cozinha. A receita é da amiga que trabalha comigo, ela me contou como fez com abobrinha e eu copiei! (^_^) É facílima, gente! E delícia!!! E vai pro Happy Days!! ;-)

LASANHA DE BERINJELA

berinjela
cebola
1 lata de tomate pelado
presunto 
queijo

Descasquei grosseiramente a berinjela, fatiei no sentido do comprimento e deixei de molho na água.
Cortei a cebola em rodelas e forrei um pirex. (esta foi a dica-de-ouro da Manô. Além de servir para não grudar no fundo, fica uma surpresinha boa na hora de comer, vale a pena!)
A cebola que sobrou eu piquei e refoguei pro molho. Juntei uma lata de tomate pelado (piquei grosseiramente os tomates com uma faquinha de fruta na lata mesmo, depois de jogar o suco na panela), acertei o sal e deixei ferver um pouco.
Enquanto isso, numa wok grande, dei um 'susto' nas berinjelas, só pra dar uma amolecidinha. (Dá pra colocar no forno antes de começar a fazer o molho, minha amiga fez isso com as abobrinhas e acho que é mais prático, né?)
Aí, coloquei um pouco do molho na "cama de cebolas"(chique, hein?) e comecei a montagem: berinjela, presunto, queijo, molho; e assim por diante. Separe as fatias maiores e mais bonitas de berinjela e de queijo pra ficar por cima, fica mais bonito (não fiz isso e olha como ficou! hihi). Por último, exatamente estas camadas: berinjela, queijo e molho.
Forno até gratinar (uns 20 a 30 minutos)



A minha foto não ficou boa porque o queijo estava despedaçando e bagunçou tudo... Mas o gosto estava ótimo!!! (^_^)
E agora, eu quero testar com abobrinha!!!! Nhammy!!!


*o ~tian é usado para chamar as crianças, em japonês. Para as mães, somos sempre crianças! ;-)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

20 dias felizes


Aqui está o registro da segunda etapa do Projeto 100 Happy Days. Muitas felicidades nestes poucos dias!

#dia 11: foi dia de encontrar os amigos, comer docinho e apertar os bebês mais fofos desta cidade!!!
festinha!!!

#dia 12: cafezim fresquim, depois de uma refeição delícia e companhia (também) delícia.
cafezim passado na hora. 

#dia 13: embrulhar presente especial com papel fofo!!!
presentinho!

#dia 14: cervejinha, ótima companhia e conversa gostosa. Precisa mais?
(sim, tomo caldo/sopa com cerveja! isso foi polêmico, hein?)
porque hoje é sexta!!

#dia 15: nada a declarar! (porque falar de boca cheia é feio! ;-p )
felicidade é encontrar outras gordinhas-da-lancheira que topam um almoço desse em plena terça!!!

#dia 16: programinha de irmãs!! Muito delícia!

sobre ontem à noite! :-D


 #dia 17: passear no Museu Nacional e passar o dia na Quinta da Boa Vista: bom pra sair da rotina e curtir a companhia perfeita!

foto de perfil. ;-)


 #dia 18: tirar a caixa de retalhos lá do fundo do armário e descobrir que ela tá lotada: é muito pro coração de uma costureirinha!

baú do tesouro!


 #dia 19: legenda alternativa: lembranças de um furacãozinho fofo!

visita fofa passou por aqui!


#dia 20: meus hexágonos + solzinho = (^____^)
solzinho na bancada.


*mais sobre o meu projeto 100 Happy Days, só clicar na tag 100happydays.
*tem um site que fala do desafio: 100 Happy Days ; e o facebook deles.

*sobre o Museu Nacional: http://www.museunacional.ufrj.br/



sábado, 4 de julho de 2015

10 dias felizes

Quando comecei o meu desafio 100 Happy Days, pensei em postar aqui no blog a cada dez dias, para registrar o andamento do projeto. E, quem sabe, animar quem passa por aqui. :-)

#dia 1: comecei a fazer patchwork à mão, para poder costurar um pouco na frente da tevê e na companhia do Maridôncio, tagarelando na cabeça dele. Tava ficando sem graça ficar trancada no ateliê sozinha depois do expediente de arquiteta e urbanista....
felicidade é ver os desafios tomando forma! flores costuradas e mais um começando hoje! yey! 

#dia 2: não sei se gosto mais do café ou do cheirinho que invade a casa!!! ou do meu copo de botões! ;-p
cheirinho de café!! (^__^)

#dia 3: musiquinha boa sempre é bom! Às vezes, começo a ficar ranzinza durante o dia e resolvo colocar os fones, e tudo fica muito melhor!
na minha 'vitrola', musiquinha muito boa! :-)  #day3

#dia 4: como uma boa gordinha-da-lancheira, adoooro ser cobaia das experiências culinarísticas dazamiga!
colega de trabalho doceira que traz brownie delícia: eu tenho! 

#dia 5: três felicidades em uma foto: falei disso aqui.
vídeo incrível - vimeo.com/60647216 ; a arte da capa. e ainda rendeu postagem no blog: http://satipatchwork.blogspot.com.br/2015/06/video-incrivel.html

#dias 6 e 7: das coisas que passamos batido no dia-a-dia OU das coisas que nos alegram no dia-a-dia, basta erguer o olhar ou abrir a cortina, cada um escolhe.
no meu caminho: a casa da Marquesa de Santos.
Bom dia!

#dia 8: Festa Julina!!!!  \*Ü*/ (com bandeirinhas feitas por mim!)


#dia 9: adoro a ABL! e nesta noite, ela estava iluminada e aberta para algum evento. aproveitei e tirei uma foto!
no meu caminho: Academia Brasileira de Letras 

#dia 10: sexta-feira, cansaço da semana batendo, e eu queria um visual alegre. este paninho (não sei como se chama, é mais largo que echarpe) foi perfeito!!
paninho lindo que amiga trouxe da viagem: me aquece e colore meu dia! :-D 

*mais sobre o meu projeto 100 Happy Days, só clicar na tag 100happydays.
*tem um site que fala do desafio: 100 Happy Days ; e o facebook deles.