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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ganbarê*, Nova Friburgo!!

No último final de semana fomos eu, Marido e Tereza para Nova Friburgo fazer parte do Projeto Cidadania Móvel, do CESORJ. O CESORJ é um grupo interdisciplinar formado por gente de boa vontade, cuja sigla quer dizer: "Convergindo esforços, Superando obstáculos". Acho que já deu pra sentir a boa energia do grupo e não preciso explicar muito mais, né? Quem quiser mais informações sobre o grupo e como participar, só acessar o site www.cesorj.com.br, o twitter (@cesorj) e/ou o facebook! ;-)
Me perguntaram se foi tudo bem lá. Bem, não dá pra dizer que foi ótimo, afinal, é muito triste ver a terra arrasada, casas destruídas e a situação de caos total, mesmo depois de meio ano. Sim, apesar de ter passado seis meses, a coisa ainda está feia e pouco foi feito, pelo menos na área rural. Não quero discursar sobre o que poderia ter sido feito e o que se está fazendo, a mídia está se encarregando disso. Mas para quem quer saber como foi, vou contar a minha experiência.
A região que o nosso grupo era responsável foi uma das áreas mais atingidas e, por isso, não tivemos muitas famílias para cadastrar: muitas delas foram morar em outros lugares, pois a casa já não tem condições de moradia. E, por isso também, o cenário é de destruição, coisa de filme de ficção. Estradas super-improvisadas, rios novos correndo onde antes eram casas e/ou estradas, casas (ou restos delas) no meio de lagos de água-com-terra. 

(video de Cristiano Pavoski)
E, apesar disso, as pessoas nos receberam com um sorriso, oferecendo suco e biscoitos, na casa com piso de terra batida e com acesso por um pedaço de madeira sobre um rio novo. Agradeceram por estarmos lá, perguntando como eles estão e ouvindo o que eles têm a dizer.
Foi beeem cansativo, principalmente porque não tenho mais dezoito anos... O espírito é jovem e bem disposto, mas a carcaça já nem tanto... O pessoal continuou o trabalho no domingo, nós voltamos com alguns jipeiros no sábado. A Tereza se comportou bem, carregou muitos cobertores e mudou um pouco a sua roupagem: está marrom-terra! E nós voltamos com um convite para comer geléia de morangos caseira, assim que a plantação der frutos. :-)
Quando falei para  a minha mãe que fomos a Nova Friburgo, ela me disse:
-Harumi-chan (lê-se tián e é como os japoneses chamam suas crianças, de forma carinhosa), fico feliz que vocês fizeram parte disso. Sei que deve ter sido cansativo e triste, mas você deve pensar que é uma bênção ter este tipo de oportunidade. Não é só fazer algo pelos outros, mas a gente aprende muito com tudo isso!
O trabalho foi pesado, mas sentir que fazemos parte de algo maior é compensador e aquece o coração.
Seu Juarez (meu entrevistado), sinceramente, nós é que agradecemos!!

*GANBARÊ é japonês e não tem tradução direta, mas é algo como "vamos lá, amiguinhooooo!!!" "não desista, fooorça!!!"

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Princesas Contemporâneas



Sim, porque este negócio de ficar deitada esperando o príncipe encantado chegar num cavalo branco é coisa do passado!!!!
Hoje em dia, princesa que se preze vai à luta!  (^_^)

domingo, 7 de novembro de 2010

inveja e outros sentimentos

Eu já ouvi falar em 'inveja boa' e 'inveja ruim'. Ou 'inveja branca'. Eu não acredito que isso exista. Pra mim, inveja é inveja, ciúme é ciúme. É um sentimento e pronto. Tudo começa na questão de que "fulano tem/é/faz algo e eu não".  O que eu  acredito é que podemos direcioná-la de forma boa ou ruim. 
Há quem diga: "Ah, ele tem tanto e eu tão pouco! Que vida ingrata!"
Eu acho que seria mais positivo pensar: "Nossa, ele conseguiu tanto! Eu também bem que poderia conseguir, né? Vou à luta!"
Claro que é fácil teorizar. Difícil é deixar o anjinho da consciência falar mais alto. Difícil é conseguir deixar de lado a mesquinharia e a pequenez e se colocar acima destas coisas. Mas o mais difícil mesmo, na minha opinião, é olhar pra dentro da gente mesmo, ver que a gente é capaz e que somos responsáveis por nós mesmos, em vez de colocar a culpa em terceiros pelo nosso 'destino'.
Quando conseguimos isso, percebemos que as alegrias são simples e sinceras, e a felicidade depende de muito pouco.
Eu, apesar da miopia e dos olhos pequenos, continuo tentando olhar pra dentro de mim mesma e enxergar as coisas que realmente valem a pena. Tem dias em que há uma nevoazinha que atrapalha a visão. Ainda bem que, cedo ou tarde, os ventos carregam as nuvens pra outro lado e deixam o céu mais limpo e claro. :-)

terça-feira, 25 de maio de 2010

at work!!

 (foto tirada na Universal's Island of The Adventure, em fev.10)
Meu tempo 'ruge', como falei aqui há um tempo. E continua rugindo, me perseguindo como nos desenhos animados em que o perseguido vai correndo dando pulinhos pra frente pra escapar das investidas do perseguidor que quase o pega o tempo todo.
E, pra não ser atropelada ainda mais pela vida, estou dando um tempo destas coisas da internet. Espero colocar a vida em ordem e voltar logo para tagarelar com vocês! Sentirei saudades....

Beijocas,
da Harumi
(^3

terça-feira, 11 de maio de 2010

olhando pra frente

Sábado amanheci com 'O' torcicolo. E assim passei o fim de semana. E só hoje estou começando a melhorar, apesar das massagens do marido e do tubo de pomada gasto nestes dias todos. E, depois de tanta dor e noites mal-dormidas, comecei a me perguntar: Por que esta dor? Por que não melhora? O que é pra eu entender?

Bem, o fato é que nos últimos meses, tenho prestado muita atenção nos outros: o que fulano faz, o que entristece joãozinho, naquilo que mariazinha disse, nisto que carlinhos quer... E também tenho pensado muito no que passou: isto aconteceu, aquilo foi assim, aquele dia houve isso... Os verbos na minha vida estavam sendo conjugados na terceira pessoa e/ou no passado.
E esta imobilidade que se apossou do meu pescoço me forçou a olhar pra frente somente. Não consigo olhar para os lados, nem para trás. Sem falar na dor que me fez me concentrar só em mim. Por três dias inteiros, não me distraí com outra coisa.

Se os sinais realmente existem, eu não sei. Se a vida conversa com a gente, tampouco. Mas que este torcicolo me fez pensar, ah, isso fez!
E agora eu sigo, com o pescoço melhorando, deixando um cheirinho (delícia?) canforado por onde passo. E assim eu sigo, olhando pra frente e avante! =D

***

domingo, 2 de maio de 2010

"flores para quando tu chegares...

... Flores para quando tu chorares
Uma dinâmica botânica de cores
Para tu dispores, pela casa"

(Flores, de Fred Martins e Marcelo Diniz. Interpretado pela Zelia Duncan, veja video aqui)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A volta dos que não foram.

No final do ano passado eu me inscrevi para uma bolsa de estudos no Japão. É um curso para professores da língua, de dois meses, perto de Tóquio. A resposta só sairia em março ou abril, eu não sabia direito.
Imaginem a super-expectativa aqui em casa. Minha mãe fez este curso há uns 18 anos, na época em que ela dava aulas de japonês em Curitiba. Ela também estava mega-empolgada. Isso só aumentava a minha ansiedade.
Planejamos que marido iria me encontrar lá e ele conheceria o País do Sol Nascente e um pouco das minhas raízes. Comecei a salvar sites e blogs da net com dicas de onde passear. Lojas e cafés para ir. Fiz uma lista mental das pessoas que queria reencontrar lá. Lugares para ir de novo. Lugares para conhecer.
Neste meio-tempo, tive muitas idéias para a Sati. E algumas propostas pra minha vida pessoal e profissional surgiram. Mas tudo iria esperar a volta do Japão. 
Março chegou e se foi. Abril chegou, passaram-se duas semanas. Comentei com marido que seria melhor diminuir as expectativas, pois se eu tivesse sido escolhida, já teriam entrado em contato, até pra agilizar a papelada toda. Comecei a me conformar um pouco.
E foi num dia em que tudo estava dando errado, eu recebi o envelope na portaria. Respirei fundo e sorri, pensando que o dia estava péssimo, mas  toda a minha sorte e alegria estavam dentro daquele envelope. Abri-o e li o papel que dizia que o meu requerimento não tinha sido aceito.
Chorei o resto do dia. Apaguei a mensagem que minha irmã mandou há dois meses dizendo que sonhou que algo de muito bom aconteceria comigo (e que eu achava que era a viagem). Fiquei dois dias sem conseguir tocar no assunto. Depois de uma semana, consegui contar pra minha família sobre o resultado (mas deixei marido de sobreaviso caso não conseguisse...). 

Ouquei, o Japão não veio. Aliás, eu é que não fui. Estou aqui. A vida também!
Então, vambora tirar os planos e idéias do banho-maria e organizar a vida que estava no aguardo. Sim, porque não sou mulher de ficar sentada esperando, né? (por favor, digam “Siiiim!”, pra me ajudar a me convencer...). Tem muita coisa boa por aí pra acontecer!
E sei que o que a minha irmã sonhou já está se realizando: algo de muito bom está acontecendo comigo: estou aqui não estou?  (^_^)

quinta-feira, 18 de março de 2010

O tempo ruge!

Num sábado, estávamos comentando (e rindo) de frases ou ditados populares que sofrem interpretação livre, no melhor estilo "ui ar de uôrdi".E alguém citou: 
"O tempo ruge!" 
E ficamos elucubrando como deve ser um 'tempo' assim: parecido com um leão ou outro animal destemido ou, ainda, um monstro grande e assustador, soltando o seu grito assustador.

Bem, no final do ano quando sou, literalmente, atropelada pelos compromissos profissionais e pessoais, sempre mentalizo: 
"Calma, Harumi, isso logo vai passar e janeiro vem com a calmaria típica desta época do ano!"
Isso é, de certa forma, verdade. Tanto na parte dos patchwork quanto nas aulas de japonês e eventos em geral,  janeiro é um mês parado. Ou deveria ser, teoricamente. Mas acho que nos últimos anos esqueceram de avisar o meu janeiro disso. Faço as coisas de modo atropelado a partir de outubro e sempre penso que vou organizar a vida no início do ano até o carnaval, sem ver isso se tornar realidade...
Ano passado, nem fiz propaganda na época do Natal, nem peguei encomendas de final de ano, porque estava atolada. Tenho anotações de encomendas atrasadas que datam de outubro. Isso é possível? Custo a acreditar!
Ah, mas janeiro iria chegar com sua calmaria e eu, além de colocar a lista de encomendas em dia, ainda iria organizar a Sati, fazer um monte de coisas administrativas e ainda colocar um monte de ideias de produtos novos em prática.
A-HÃ! 
Chegou janeiro, teve o aniversário do afilhado em que eu quis participar com a toalha da mesa do bolo (e ainda fiquei tendo ideias de sorteio e tals, humpf!). Nem fiz a bolsa pra minha mãe que tinha prometido no aniversário dela (em janeiro). Coitada, sempre fica a ver navios... (ano passado, dei o presente de aniver junto com dia das mães, mas depois de maio, claro...)
E já é março, segunda metade do mês!!! Caraca!!! Nem preciso dizer que a lista de clientes aguardando continua lá...  :-S
Tenho um monte de coisas planejadas, outras tantas esperando acontecer, mas não estou conseguindo operacionalizar as coisas... Os prazos acabam, vou sendo atropelada pela vida.
E tenho que concordar com a frase da qual eu ri há algum tempo:
"O Tempo ruge! "
E ruge forte! E me persegue como nos desenhos animados em que o perseguido vai correndo dando pulinhos pra frente pra escapar das investidas do perseguidor que quase o pega o tempo todo.
*

quarta-feira, 3 de março de 2010

Calma, alma e um pouco de festa

Hoje estou num clima como a música Paciência, do Lenine: pedindo "um pouco mais de calma, um pouco mais de alma". Até blipei esta música, veja aqui! E, apesar de adorá-la, se juntar este meu momento com este clima nublado (acho que já virei carioca, fico triste com céu nublado...hehehe), a coisa não vai andar hoje. E eu preciso muito que as coisas andem a partir desta semana, senão, muitas das coisas que estou pensando/  planejando/ esperando-que-dêem-certo não vão poder acontecer. Ou vão acontecer pela metade e eu vou ficar triste.
Então, lembrei de uma outra música, chamada Todo Dia, do Jair Oliveira (lembram do Jairzinho?), que eu ouvi uma vez e coloquei no flickr (veja aqui), há um tempão atrás. E também blipei aqui
E aqui vai o registro das duas músicas: uma combinação ideal pra mim hoje!!  :-)
"(...)
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência..."

(Paciência, Lenine)

"(...)
Todo dia é dia lindo
Pra quem sorri o dia diz: "Bem-vindo!"
(...)
Todo dia é dia de festa
Pra quem se dá o dia dá, o dia não empresta"
(Todo Dia, Jair Oliveira) 

*** 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

bons sentimentos

Eu sempre me emociono com o coração bom das pessoas. Tá, tá, sou muito sentimental e manteiga-derretida, logo, não sou muito referência... Mas me digam depois de ler este post, a humanidade tem saída, não é? =D

Esta semana começou a rolar um leilão de uma caixa de gostosuras do Prato Fundo em prol da Gabi, para ajudá-la a pagar os custos de um tratamento contra câncer. Um pouco da história dela aqui e a história do leilão aqui.
Pequena amostra da caixa de gostosuras oferecida pelo Prato Fundo e mais um monte de gente boa.

Com tudo isso, lembrei de outras iniciativas das quais eu participei...

** Em 2007, a Jane, do Atelier Virtual Brasil, convocou o grupo do orkut Patchwork Patchahólica Anônima (PPA), para ajudar uma amiga e confeccionar o "Quilt Abraço". Mesmo sem saber pra quem era, nem por quê, a mulherada de todo o Brasil (e de fora também) começou a se mobilizar e enviar para a Jane quadradinhos de tecidos com mensagens de incentivo. Logo soubemos que a amiga era a Juliana, que veio contar a sua história: ela estava com câncer de mama e enfrentou tudo de uma maneira muito corajosa. E o grupo das PPAs se uniu e acompanhou a luta dela. E a energia positiva foi emanada de uma forma incrível, sem limites, para e da Juliana. E olha o Quilt Abraço  pronto aqui e aqui e aqui. E, afinal, hoje a Ju está lá, linda, forte e saudável! E escrevendo muito, olhem os textos dela aqui.

** Outra vez, ainda em 2007, este mesmo grupo do orkut, resolveu fazer um mutirão para a Jane, sim, aquela mesma do AVB. Ela estava passando por uma reformulação na loja e, além da bagunça natural deste tipo de coisa, as paredes do atelier estavam 'peladinhas',  tristes, sem nenhum trabalho de patchwork. A Monica teve uma ideia para dar uma animadinha na Jane: montou um grupo, em segredo, para confeccionar uma Dear Jane, neste caso batizada de Dear Janisgóia. Foram nove meses costurando à mão blocos pequenos e cheio de detalhes, tecidos rodando por aí, dentro e fora do Brasil, contando com paciência e apoio de maridos e filhos abandonados (e que ainda tinham que levar os envelopes ao correio).  Foi um trabalho árduo, trabalhoso e louco, mas não é que vingou? A entrega do Dear Janisgóia para a Jane você pode ver aqui e aqui.

E assim, eu sigo. Com sentimentos bons, com o coração confortado, apesar da dureza da vida. São estas iniciativas do bem que movem o mundo, tenho certeza! E eu fico feliz de participar disso, ainda que não conheça 'ao vivo' nenhuma das pessoas citadas aqui! Isso não é mágico?

E você? Vai ficar aí parado? Vai lá no Operação G.A.B.I.: Leilão e dá o seu lance!!!  ;-)
Há outra maneira de ajudar: contribuir pra vaquinha que estào fazendo para a Gabi.

*em tempo: quando o desânimo tentar se 'achegar', vale a pena ler este texto da Ju: Salto alto tem poder!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ganbarê*, amiguinha!

Hoje me ligou uma amiga de muito tempo no meio da tarde, um interurbano e no celular, então já fui logo dizendo: Como você está? Tudo bem? Mas tudo bem MESMO?
E ela: Tá. É que hoje tá difícil de estudar e fazer esta matéria entrar na minha cabeça. Só liguei pra você me mandar estudar....
Eu: VAI ESTUDAR, GURIA!

E então, neste post eu quero dizer uma coisa sobre (e para) esta Guria.
Ela me conhece (e bem) há um tempão e ainda fala comigo. Ou seja, amigona mesmo! ;-) Até é madrinha e testemunha do meu casamento! Olha a responsa!....
E eu sempre brinco que ela é a minha amiga mais bem sucedida, afinal, é executiva de um banco, tem uma boa casa e um bom carro, e vai trabalhar de terninho.
Brincadeiras à parte, eu a acho bem sucedida mesmo. Mas não pelos motivos acima. Isso seria muito pouco. Eu a conheci na faculdade de arquitetura. Ela sempre foi muito CDF (eu tinha que falar isso!) e relutou muito para parar o curso.  Mas viu que não era "aquilo". Então, foi fazer o que queria, trabalhar com o que gostava.  Foi contra o óbvio, o de terminar qualquer coisa e ter um diploma. Ela é assim: luta pelo que acredita. E tem fibra!
Então, agora, ela decidiu voltar a estudar. Sabia que não seria fácil, que as tentações seriam grandes e muitas. E, além dela ser o que é, também tem um grande marido, que a apóia e entende(muito importante, hein?). E tem a mim, para mandá-la estudar, quando o desânimo pensa em chegar!  (^_^)

Olha, amiguinha, a vida é dura, mas as suas decisões valerão a pena. Eu SEI! Você não é qualquer uma e vai crescer muito com tudo isso! E vou parar por aqui, pois começa a ficar sentimental demais.... rsrs.
GANBARÊ* !!!
Beijoconas estaladas afundadas em cada bochecha!
(^3
.

*ganbarê é japonês e não tem tradução direta, mas é algo como "vamos lá, amiguinhooooo!!!" "não desista, fooorça!!!"

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Bom dia pra mim e pra você!! (^_^)

Tem dias em que a gente acorda com uma pré-indisposição e já com uma ruga na testa... Eu acho que isso deveria ser proibido. Como começar um dia já assim?
Bem, mas hoje, o meu dia começou assim. Meio entruncado boa parte  devido à minha não-disposição de fazer um bom-dia, confesso....

Na correria e trapalhadas matinais, acabei perdendo a aula de balé. E, meio a contragosto, segui o conselho do marido (sábio marido!) e fui dar uma caminhada rápida, só pra fazer algo-por-mim.
Coloquei um sonzinho e fui.
Ao som de "With my own two hands", de Ben Harper, me envolvi na algazarra alegre das maritacas no Aterro do Flamengo, vi senhoras fazendo um piquenique-café-da-manhã na areia, crianças da escolinha de futebol correndo na praia... Deixei a energia do sol me atingir. Respirei. E pensei comigo mesma: "Tire já esta ruga na sua testa, menina!!!"
E agora, sim, posso ir para o meu dia cheio de coisas (boas) a resolver.

BOM DIA PRA MIM E PRA VOCÊ!!!

* aqui, a musiquinha do Ben Harper. Vale a pena. Pois a gente pode mesmo mudar o mundo com nossas próprias mãos. Nem que seja o nosso pequeno mundinho, não é?

With My Own Two Hands
(Ben Harper)
I can change the world   
With my own two hands   
Make it a better place   
With my own two hands   
Make it a kinder place   
With my own two hands   
With my own, with my own two hands   
I can make peace on earth   
With my own two hands   
I can clean up the earth   
With my own two hands   
I can reach out to you   
With my own two hands   
With my own, with my own two hands   
I'm gonna make it a brighter place   
With my own two hands   
I'm gonna make it a safer place   
With my own two hands   
I'm gonna help human race   
With my own two hands   
With my own, with my own two hands   
With my own, with my own two hands   
I can hold you   
In my own two hands   
I can comfort you   
With my own two hands   
But you've got to use   
Use your own two hands   
Use your own, use your own two hands   
Use your own, use your own two hands   
With our own   
With our own two hands   
With our own   
With our own two hands   
Oh, you got to use your own two hands   
With our own, with our own two hands   
With our own, with our own two hands   
With our own, with our own two hands

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

conversa boa

Que a vida tem seus altos e baixos, a gente sabe. E, inevitavelmente, algumas vezes a gente tem que dar apoio quando algum amigo está na sua fase 'baixa'. Eu fico muito triste quando quem eu quero bem está triste. Não sei separar muito bem estas coisas. Por outro lado, é muito bom quando a gente fala com alguém e sente uma energia boa, um quê de 'estou bem e feliz'.

Hoje eu falei (ou escrevi) no msn com um amigo de longa data. Fazia um tempo que não falava com ele. Não falamos nada de mais, foi um bate-papo de 'oi-como-vai' mas me peguei sorrindo nos dez minutos de conversinha pela net. No bom humor, contando coisas triviais, senti que ele estava bem, numa tranquilidade boa!
É tão bom quando isso acontece! Comecei a semana bem!


E, quando nos encontrarmos pessoalmente, vamos bater-papo, contar as novidades e 'falar bem de nós e mal dos outros', né, amigo? rs
Boa semana! xxoo