Eis que chegou a hora de renovar a carteira de habilitação e eu aproveitei a hora do almoço para fazer rapidinho. Levei na bolsa uma barrinha de cereal pro caso da espera ser muito longa.
Na recepção, peguei a senha e olhei pra sala um pouco cheia:
- Será que demora muito?
- Ah, acho que não. - diz a recepcionista - Todo essa gente é pra vistoria, não é pra habilitação.
Logo fui atendida, entreguei os documentos e aguardei a 'atualização do sistema' (logo na minha vez? que coisa!). Depois de um tempinho, a moça da mesa do canto chamou para tirar a foto. Para quebrar o gelo, eu disse:
- Ah, bem que poderiam avisar que a foto ia ser hoje, nem me arrumei...
- Ah, eu também acho! Ninguém avisa, né?
E na hora da foto:
- Passa a mão na testa para tirar um pouco da oleosidade. Ninguém merece sair com um farol na testa, né?
- Posso passar um pó?
- Você tem aí? Claro!
...
- Pronto. Ficou melhor?
- Ah, tá bem melhor! Agora, olha para a câmera.
sábado, 6 de setembro de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Festa do Japão 2014
Neste sábado, dia 16 de agosto, estarei com minhas costurinhas, das 17 às 20h, no Aterro do Flamengo. Vem me ver!!!! ;-D
domingo, 3 de agosto de 2014
Almoço
A Menina passou a "trabalhar fora"e começou a se sentir toda importante. Unhas feitas, maquiagem 'estilo básico', sandália de saltinho. No almoço diário com o pessoal, conversas cultas mantendo a elegância, tentando não falar demais (masomeno... cof! cof!) e nem gargalhar (muito) alto.
Um dia, o grupo analisa e discute o cardápio: comidas sem glúten, as calorias dos pratos, comida saudável... E faz o pedido. Quando a comida vem, o momento de distribuição dos pratos.
- Salada?
- Aqui!
- Peixe?
- Meu!
- Risoto?
- Aqui!
- Aqui!
- E o outro?
Um dedinho se ergue na mesa. A única pessoa sem o prato à sua frente.
Todos a postos para comer.
- E você, hein, Menina, sempre acompanha os meninos no pedido, né? E logo o prato que vem com sobremesa, né?
E ela sorriu afirmativamente, já abocanhando uma boa garfada do seu delicioso almoço!
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Que apartamento é esse?
Feriado da Copa 2014, dia de jogo no Maraca, o moço estava de pijama em casa, depois de tirar uma sonequinha pós-almoço. Aquele dia em que não se quer encontrar ninguém, fazer social com ninguém. O programa agora era sentar no sofá e ver televisão, no melhor estilo Homer Simpson.
Eis que a campainha toca. Suspirou. Quem será que está tirando o meu sossego? Não lembro de ter combinado algo com alguém, pensou. Ué, o porteiro nem interfonou avisando, pensou na sequência.
Levantou-se do sofá, trocou de roupa e atendeu a porta.
- É aqui que pediram instalação de tevê a cabo?
- Não.
- Mas pediram instalação de tevê a cabo aqui.
- Não.
- Mas é aqui que pediram. Que apartamento é esse?
O moço apontou para o número na porta:
- É este aqui!
- Ah, não é o 904?
- Que número está escrito aqui?
- (...)
E fechou a porta; vestiu seu pijama novamente e foi ser Homer Simpson.
sábado, 24 de maio de 2014
passarocos
Semana passada, eu tive a honra de participar de um chá de bebê duplo: são duas mamães, amigas, que terão filhos masomenos na mesma época. Tão bom participar desta celebração da vida, é tão alegre e cheio de energia boa!!! (E em dose dupla!)
Bem, o ateliê Sati Patchwork ficou responsável pelas lembrancinhas. Elas me disseram o que queriam, fiz dois pilotos diferentes com possibilidades e ideias, e discutimos o modelo final.
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| costurando um dos pilotos |
Minha mãe veio me visitar e acabou sendo escravizada... Eu fiquei bem feliz de costurar com a pessoa que costurava nossas roupas quando criança, mas, na verdade, ela não é tããão apaixonada pela costura, então, fiquei com um pouco de peso na consciência de fazê-la ficar no ateliê nas suas férias. Só que ela se super-empolgou e me dizia: "Harumi, vamos jantar rapidinho e voltar pra cá, temos que terminar esta etapa hoje!"
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| contando com uma ajudinha especial (aka escravizando a mãe) |
Não conseguimos terminar de costurar o corpo dos passarocos naquela noite, mas a ajuda especial me adiantou muito o serviço. Sem falar que eu sempre quis costurar com ela!!! (^____^)
| baguncinha básica na bancada |
Depois, veio a etapa de pregar os botões dos olhinhos. Isso eu podia fazer na sala, vendo televisão e perturbando Maridôncio! ;-p
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| Butões! |
| passarocos cozóios |
E, depois de costurar o biquinho, o resultado final foi este:
| Piu! |
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| Passarocos decorando a mesa |
E eles se apaixonaram por uma convidada fofa logo no início da festa! Foi muito amor, gente!
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| os passarocos e a Gatinha |
E eu, apesar da falta de tempo para dedicar ao ateliê, adoro fazer parte deste tipo de projeto! Parece que o carinho com que a gente alinhava o tecido e o tempo dispensado para isso tem sentido: eu senti como se cada passaroco emanasse uma energia brilhante e alegre no dia da festa! E me perguntei se isso era possível ou se era muita elucubração da minha cabeça-cheia-de-minhocas. Acho que não. Celebrar a vida, o amor e a amizade sempre emana esta energia, não acham?
terça-feira, 22 de abril de 2014
Suflé da Dona Olga
Dia desses, recebi email da minha irmã pedindo a receita do suflé de chuchu, figurinha frequente na casa da Dona Olga, vulgo minha mãe. Eu acho este prato bem coringa e faço sempre, com algumas (muitas) variações -vide abaixo, na receita - e é sempre sucesso aqui com Maridôncio.
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| (foto de Cris Akiko Maruo) |
Suflé da Dona Olga
É bem fácil, tudo 1 para 1!
1 chuchu, cozido e amassado
1 colher de farinha de trigo
1 ovo
1 colher de manteiga ou margarina
um pouco de queijo ralado para dar um toque
ervas e temperos à gosto
Descascar o chuchu embaixo de um fio de água (o chuchu solta uma melequinha quando descascado cru) com faquinha sem serra, pequena. Cortar grosseiramente em pedaços grandes e cozinhar na pressão até fazer 'chú' (ou pegar pressão). Desligar o fogo e deixar sem abrir, até perder a pressão. Amassar o chuchu, de preferência quando ainda estiver quente, acho que é mais fácil. Esta etapa dá pra deixar feito com antecedência. Quem não tiver panela de pressão, acho que dá pra cozinhar em panela normal, mas confesso que nunca fiz, então, não sei quanto tempo demora nesta modalidade...
*dica de variação: Eu ainda coloco inhame, cenoura e/ou abóbora, ou outra raiz, para cozinhar junto com o chuchu. Aí amassa tudo junto. Um deles ou todos, ficam ótimos!!! (na foto, acho que foi o suflé 'original', só com chuchu)
Ligue o forno para pré-aquecer.
Misturar todos os ingredientes, sem mistérios. Se quiser untar e/ou enfarinhar a forma eu recomendo, fica mais fácil para lavar depois. A receita original diz que não precisa. Às vezes, eu enfarinho com farinha de mandioca.
Colocar no forno para assar. Está pronto quando estiver douradinho em cima, masomeno umas meia hora.
Mais dicas de variações:
* Eu coloco todas as sobras que tiver. Já coloquei e ficou bom: couve-flor, bacon fritinho, presunto em tiras (frito ou não), queijo qualquer em pedaços, frango, ervilha, brócolis, shiitake...
* Dependendo da quantidade dos extras, aumento a receita para 2 para 2.
* Já substitui a farinha de trigo pela de mandioca também, na falta da de trigo, deu certo...
Minha irmã disse que fez sucesso lá na casa dela também! Meu sobrinho adorou!
(^_^)
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Tiradentes
Quem
me acompanha pelo instagram e pelo facebook já sabe que eu estive em um dos estados
mais crafties deste Brasil!
Acabei me atrasando para postar por aqui, mas é muita tecnologia e atualização
internética pra uma menina-de-metro-e-meio só, gente! Bem, mas antes tarde que
mais tarde, certo? Então, vamos lá! ;-)
No Carnaval,
resolvemos, eu e Maridôncio, fugir do agito carioca e levar Terezoca para
passear. Como decidimos isso no fim de semana anterior ao grande feriadão,
imaginem como foi a correria... Aliás, como quase sempre aqui nesta casa, rsrs.
O destino foi fácil de decidir, por unanimidade: nosso primeiro carnaval em
Tiradentes e arredores. Descobrimos que São João Del Rei, geralmente mais
tranquila em comparação a Tiradentes, é o maior fervo no Carnaval, com
desfiles, blocos, mil agitos e pousadas lotadas.
Descobrimos
também que Tiradentes, apesar de ser palco de mil eventos grandiosos durante o
ano, tem um Carnaval de cidadezinha do interior, com blocos pequenos e famílias
com suas crianças fantasiadas que circulam pela pracinha principal. A impressão
que tivemos foi que a mesma banda toca em todos os blocos, ou, pelo menos, são
ensaiadas pelo mesmo maestro, pois eram as mesmas marchinhas, tocadas da mesma
forma, quase na mesma ordem, em todos os blocos, hahahahaha.
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| agito na pracinha, na sexta de carnaval. |
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| A Banda, em uma de suas passagens. |
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| o bloco em que saímos!! |
Passamos dias
de comilança, descanso e clima gostoso!
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| chopinho artesanal com esta paisagem: não tem preço! |
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| porta-talheres na Casa Azul |
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| o "postim" da Estrada Real, por onde quer que a gente vá! :-) |
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